O Casal Que Mora Ao Lado – Shari Lapena #176

O_CASAL_QUE_MORA_AO_LADO_1502743163668848SK1502743163BTítulo: O Casal Que Mora Ao Lado

Autora: Shari Lapena

Ano: 2017

Páginas: 294

Editora: Record

Sinopse: Tudo começou em um jantar… Um thriller psicológico surpreendente da autora best-seller internacional Shari Lapena .

É o aniversário de Graham, e sua esposa, Cynthia, convida os vizinhos, Anne e Marco Conti, para um jantar. Marco acha que isso será bom para a esposa; afinal, ela quase nunca sai de casa desde o nascimento de Cora e da depressão pós-parto. Porém, Cynthia pediu que não levassem a filha. Ela simplesmente não suporta crianças chorando.

Marco garante que a bebê vai ficar bem dormindo em seu berço. Afinal, eles moram na casa ao lado. Podem levar a babá eletrônica e se revezar para dar uma olhada na filha. Tudo vai dar certo. Porém, ao voltarem para a casa, a porta da frente está aberta; Cora desapareceu. Logo o rapto da filha faz Anne e Marco se envolverem em uma teia de mentiras, que traz à tona segredos aterradores.

QUE LIVRÃO DA PORRA!

Desculpem mas esse livro é sensacional!

Nesse livro a protagonista Anne e seu marido Marco, saem para um jantar na casa dos vizinhos da casa geminada ao lado, sem babá eles deixam a sua bebê no berço e vão vê-la de meia em meia hora. Além disso deixam a babá eletrônica ligado que só o áudio está funcionando.

Quando voltam para casa a bebê, Cora, sumiu. Eles entram em pânico.

Até metade do livro, você, leitor, trabalha de detetive em conjunto com o detetive da história. É super bacana isso porque é quase como um livro interativo.

Então, praticamente no meio do livro você “descobre” o culpado, maaaas, muitas, MUITAS, verdades vão vindo a tona, e muito do que você sabia a respeito dos personagens muda.

Mais pro final do livro a verdadeira culpa vem à tona.

E, por fim, quando a história está chegando a um desfecho, algo muito chocante acontece.

Eu fiquei muito chocada.

Esse livro é viciante, só parei de ler quando terminei. A escrita é muito objetiva, escrita em terceira pessoa e a leitura é muito leve.

História sensacional, tudo muito bem feito!

 

 

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O Despertar do Príncipe – Colleen Houck #175

O_DESPERTAR_DO_PRICIPE_1434660619511306SK1434660619BTítulo: O Despertar do Príncipe

Autora: Colleen Houck

Série: Deuses do Egito

Volume: 1

Ano: 2015

Páginas: 384

Sinopse: Aos 17 anos, Liliana Young tem uma vida aparentemente invejável. Ela mora em um luxuoso hotel de Nova York com os pais ricos e bem-sucedidos, só usa roupas de grife, recebe uma generosa mesada e tem liberdade para explorar a cidade.
Mas para isso ela precisa seguir algumas regras: só tirar notas altas no colégio, apresentar-se adequadamente nas festas com os pais e fazer amizade apenas com quem eles aprovarem.
Um dia, na seção egípcia do Metropolitan Museum of Art, Lily está pensando numa maneira de convencer os pais a deixá-la escolher a própria carreira, quando uma figura espantosa cruza o seu caminho: uma múmia — na verdade, um príncipe egípcio com poderes divinos que acaba de despertar de um sono de mil anos.
A partir daí, a vida solitária e super-regrada de Lily sofre uma reviravolta. Uma força irresistível a leva a seguir o príncipe Amon até o lendário Vale dos Reis, no Egito, em busca dos outros dois irmãos adormecidos, numa luta contra o tempo para realizar a cerimônia que é a última esperança para salvar a humanidade do maligno deus Seth.
Em O Despertar do Príncipe, Colleen Houck apresenta uma narrativa inteligente, cheia de humor e ironia. Este é o primeiro volume da aguardada série Deuses do Egito, uma aventura fascinante que vai nos transportar para cenários extraordinários e nos apresentar a criaturas fantásticas da rica mitologia egípcia.

Terminei de ler no dia 21/08/17.

Esse livro me surpreendeu e me decepcionou.

Mas vamos começar do começo.

Liliana é uma adolescente de 17 anos, inteligente, madura, porém vive uma vida de “farsas” onde ela finge gostar do que seus pais empoem para sua vida.

A maneira como a ficção e fantasia são colocadas na vida de Liliana é muito bem feita.

Eu adoro mitologia egípcia e já tinha lido uma trilogia com esse tema, As Crônicas dos Kane, que é uma trilogia sensacional.

A autora tem uma boa narrativa, porém diversas vezes eu fiquei confusa com alguma ação dos personagens, que a meu ver foi mal explicada.

O uso da mitologia me pareceu excelente, com muitas explicações, o que me fez sentir várias vezes que estava lendo um livro com bastante conteúdo.

Porém, o que me desagradou muito nesse livro foi o romance. Liliana era completamente inteligente e de repente ficou burra. Ela primeiramente se apaixonou muito rápido, mais pela aparência de Amon que pelo seu caráter, até aí tudo bem. Ela sabia o tempo todo que ele não poderia ficar com ela, pois só estava na terra para cumprir sua missão, mas ela fala idiotamente que não entendia porque não podem ficar juntos, e fazia drama o tempo todo, falando que era feia e coisas que não deveriam vir de uma garota como ela. ARGH

Depois Amon destrata ela para ela se afastar e ao mesmo tempo deixa uma “sementinha” de amor do qual faz ela ter esperança. Amon é muito romântico, diz coisas que seriam estranhas se ele não fosse “antigo”.

O romance me lembrou Crepúsculo, só que de uma maneira muito mais infantil.

A Cidade do Sol – Khaled Hosseini #174

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Título: A Cidade do Sol

Autor: Khaled Hosseini

Ano: 2007

Páginas: 364

Editora: Nova Fronteira

Sinopse: Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos.
Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: “Você pode ser tudo o que quiser.” Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela história, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a história continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do “todo humano”, somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.

Esse livro, leiam esse livro.

O livro começa contando a história de Mariam, uma menininha “bastarda” que vive com a mãe que tem uma maneira muito ruim de demonstrar amor. Seu pai, vai visita-la uma vez por semana, ele é casado com três esposas e tem vários filhos “legítimos”. Isso tudo se passa em Herat, Afeganistão.

Mariam idolatra o pai e tudo que deseja aos 15 anos é conhecer o Cinema que ele é proprietário, o pai, por sua vez nada diz. Sua mãe diz “Se você for embora eu morro”. No dia seguinte como o pai não aparece, Mariam desce até a casa do pai que ela nunca tinha visto e tinha encontrado graças à ajuda.

Lá ela pede para ver o pai e a informam que ele não está. Mariam diz que vai esperar e lá fica.

Ela passa a noite em frente a casa, ninguém a convida para entrar, empregados levam coberta e comida. Ela fica lá. De manhã, quando o motorista do pai diz que vai leva-la embora, ela vê algo que muda sua vida, muda tudo que sabia sobre a vida.

Quando volta para casa, tudo mudou.

Sua vida vira de cabeça para baixo. O leitor acompanha tudo o que se passa com Mariam e sofre junto.

Na segunda parte do livro, muitos anos depois, a história é contada pelo ponto de vista de Laila, uma menininha vizinha de Mariam, o leitor acompanha o crescimento de Laila, até que o destino une as duas, como fortes inimigas, com um inimigo maior ainda em comum.

O tempo passa e Mariam e Laila descobrem que são mais parecidas do que imaginavam. Elas passam a cuidar uma da outra e dividem o sofrimento que é a vida de uma mulher no Afeganistão.

Esse livro é sobre amor, família, abandono, estupro, política, irmandade, machismo e muitas outras coisas.

Esse livro me deixou arrasada, abalada, desestruturada.

O autor tem uma narrativa leve para assuntos extremamente pesados. Mariam e Laila são dessas personagens que depois que lemos nunca mais esquecemos.

Esse livro é para qualquer leitor que ame livros profundos, com temas pouco abordados. O tipo de livro que nos faz ver muitas coisas com outros olhos.

 

Sejamos Todos Feministas – Chimamanda Ngozi Adichie #172

SEJAMOS_TODOS_FEMINISTAS_1411848602BTítulo: Sejamos Todos Feministas

Autora: Chimamanda Ngozi Adichie

Ano: 2014

Páginas: 87

Editora: Companhia das Letras

Sinopse: O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo.”A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente.”Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: Você apoia o terrorismo!. Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são anti-africanas, que odeiam homens e maquiagem começou a se intitular uma feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens.Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar nos estereótipos de masculinidade. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé.

Primeiro livro que eu li da Chimamanda e com certeza quero ler outros. Esse livro foi originalmente um discurso feito pela autora.

É um livro bem curtinho, li em meia hora. Mas tem muito, muito conteúdo. Chimamanda fala de maneira muito direta situações muito indelicadas que não aconteceu apenas com ela, mas coma maioria das mulheres. Situações machistas que são ainda piores em seu país natal.

O Brasil mesmo é um país com menos machismo que a Nigéria, mas ainda precisa mudar MUITO.

 

 

A Bruxa de Portobello – Paulo Coelho #171

A_BRUXA_DE_PORTOBELLO_1360073705BTítulo: A Bruxa de Portobello

Autor: Paulo Coelho

Ano: 2006

Páginas: 296

Sinopse: “A Bruxa de Portobello” de Paulo Coelho, conta a história de Athena, uma garota que foi adotada por emigrantes libaneses que se estabeleceram na Inglaterra em função de uma guerra que assolava seu país natal. Agora, eles têm que enfrentar uma intolerância religiosa que se assemelha à existente nos tempos da Inquisição, quando os que eram considerados hereges pela Igreja Católica eram violentamente punidos, inclusive, sendo queimados vivos. Um retrato da sociedade contemporânea, onde o medo da mudança e o conformismo muitas vezes determinam o curso de nossas vidas.
O autor brasileiro mais lido de todos os tempos escreveu a história de Athena, personagem descrita por várias pessoas que conviveram com ela. A órfã abandonada pela mãe cigana na Transilvânia. A criança levada pelos pais adotivos para Beirute. A funcionária de um grande banco em Londres. A bem-sucedida vendedora de terrenos em Dubai. A sacerdotisa de Portobello Road. A história arrebata, provoca e ainda traz à tona questões fundamentais da nossa atualidade.

Beeeem, eu já li vários livros do Paulo Coelho e eu lembro que quando eu li, eu amei, cada um deles. Mas infelizmente eu ainda não fazia posts aqui (tem um post para cada livro que li, mas apenas com a ficha técnica, até o final de 2016, quando comecei a escrever detalhes da minha leitura).

Eu não sabia o que esperar com essa leitura, mas mergulhei de cabeça. O livro é narrado de uma maneira diferente, com depoimentos de cada pessoa que estava ao redor da protagonista.

Nesse livro é mencionada muito a face feminina de Deus, que é uma maneira muito diferente de vê-Lo.

Athena é a protagonista, ela é adotada e muito jovem decide que precisa virar santa, é a maneira que encontra para chegar perto de Deus, mas tudo dá errado e ela acaba mãe solteira.

Depois de muitos acontecimentos, ela sente que precisa conhecer a sua mãe biológica, e parte em uma grande aventura. Antes disso ela passa por muita coisa, e depois também.

Athena é taxada como bruxa, e perseguida pela igreja. Até que um final chocante nos mostra a verdade.

Eu amo Paulo Coelho e quero ler muitos outros livros dele.

“A música não é apenas algo que nos conforta, ou que nos distrai, mas vai além disso – é uma ideologia. Você conhece as pessoas pelo tipo de música que elas escutam.”

“Acho que os bailarinos clássicos ficam na ponta dos pés porque estão ao mesmo tempo tocando a terra e alcançando os céus.”

“Deus escondeu as coisas mais importantes dos sábios, porque eles não conseguem entender o que é simples, e resolveu revelá-las aos simples de coração.”

“Acreditamos que Deus não fez o universo; Deus é o universo, nós estamos Nele, e ele está em nós.”

“Quando estamos interessados em um assunto, tudo à nossa volta parece referir-se a ele (os místicos chamam de “sinais”, os céticos de “coincidência”, e os psicólogos de “foco concentrado”).”

“O amor preenche tudo. Não pode ser desejado – porque é um fim em si mesmo. Não pode trair, porque não está ligado a posse. Não pode ser mantido preso, porque é como um rio, e transbordará as barreiras. Quem tentar aprisionar o amor, tem de cortar a fonte que o alimenta, e neste caso a água que conseguiu juntar terminará estagnada e podre.”

Uma História Incomum Sobre Livros e Magia – Lisa Papademetriou #170

UMA_HISTORIA_INCOMUM_SOBRE_LIV_1454601400552110SK1454601400BTítulo: Uma História Incomum Sobre Livros e Magia

Autora: Lisa Papademetriou

Ano: 2016

Páginas: 192

Editora: Arqueiro

Sinopse: Duas meninas encontram um livro mágico e cada uma se vê envolvida numa história que parece ser contada sozinha.

Kai chega ao Texas para visitar sua tia-avó Lavinia – uma senhora extravagante, durona e fã de hip-hop. Do outro lado do mundo, no Paquistão, Leila deseja ser tratada como uma princesa pela família de seu pai e viver fortes emoções.

Elas só não fazem ideia de que seus mundos completamente diferentes estão prestes a se chocar graças a um enigmático livro em branco.

Quando Kai escreve no livro, suas palavras magicamente aparecem no exemplar de Leila. As meninas então percebem que O cadáver excêntrico reage a cada frase acrescentada – não importa se foi inspirada pelo ataque de um chihuahua ou por um mal-entendido com uma cabra – com um trecho da história de amor vivida por Ralph Flabbergast e Edwina Pickle mais de cinquenta anos antes.

Uma história incomum sobre livros e magia entrelaça essas três perspectivas – de Kai, Leila e Ralph – de uma forma divertida e emocionante. É uma narrativa mágica sobre o destino e os laços invisíveis que nos ligam uns aos outros.

Eu comprei esse livro porque achei a capa super fofa e estava super barato. Comecei a ler para diminuir a lista de livros que tenho e quero ler, admito.

Mas, esse livro me surpreendeu.

Nele temos duas protagonistas, Kai e Leila, duas adolescentes, em lugares opostos do mundo unidas por algo em comum “O Cadáver Excêntrico”. O Cadáver é um livro, ou melhor, dois, que está mais para um diário.

Ambas as meninas fazem uma viagem de férias paralelamente, e ambas, se encontram justamente onde um exemplar do Cadáver se encontra.

Durante as aventuras (paralelas) das meninas elas vão descobrindo os mistérios do Cadáver e a história por trás dele.

O desfecho desse livro é do jeito que eu gosto, os bonzinhos ficando felizes e os malvados sendo julgados culpados. xD

Foi uma leitura leve e super gostosa, mas não é só um livro fofo juvenil, tem alguns “ensinamentos” muito bons nele.

Adorei ❤

 

 

Uns e Outros: Contos Espelhados – Vários Autores #169 {TAG Experiências Literárias de Julho}

UNS_E_OUTROS_1499783688692361SK1499783689BTítulo: Uns e Outros

Autores: A baixos

Ano: 2017

Páginas: 272

Editora: Dublinense

Sinopse: A ideia do livro foi que dez autores lusófonos escolhessem um conto cada, de um autor considerado clássico, para servir de inspiração para uma releitura original. Desta forma, o debate vai girar em torno das influências literárias, do processo de recriação de obras clássicas e dos efeitos do espelhamento resultante dessa experiência.

Livro enviado pela TAG para seus associados. Uma obra prima.

Alguns autores foram escolhidos para usarem um conto para espelhar (ou seja, escrever um conto com outro ponto de vista da mesma história, ou uma releitura, ou um conto mostrando as consequências, etc)

Eveline – James Joyce: Quanto terminei a leitura desse conto fiquei tipo “que conto bobo” daí, pensando melhor notei que não, esse conto é sensacional, nos mostra como temos medo de mudanças.

A Morte da Mãe – Beatriz Bracher: Esse é o conto espelhado de ‘Eveline’ e eu particularmente não gostei, achei meio confuso.

O Fim de Algo – Ernest Hemingway: Um romance, no final achei triste, mas não chamou muito a minha intenção.

Início de Alguma Coisa  – Luiz Antonio de Assis Brasil (espelho do conto anterior): Esse conto é escrito pela visão de outro personagem, eu senti basicamente que o autor queria mostrar os dois lados da mesma moeda.

Os Desastres de Sofia – Clarice Lispector: Um dos meus contos preferidos, é pesado, chocante, mas é sensacional. Me fez querer ler mais dessa autora. Sofia é uma garotinha apaixonada pelo seu professor.

Simplício – Eliane Brum (espelho do conto anterior): Autora sensacional, eu AMEI esse conto, não sei dizer porque, mas amei. Simplício é o professor de Sofia e esse conto é o ponto de vista dele.

Teoria do Medalhão – Machado de Assis: Um dos contos que achei mais chatos!! Sabe quando você está lendo um livro e ele parece um livro escolar “Faça isso”, “O certo é isso”, parece que o autor só escreveu para mostrar o quanto ele entendia daquilo e precisava ensinar aos outros, detesto!

O Futuro Político – Milton Hatoum (espelho do conto anterior): Esse conto foi fodalhastico! Um tapa na cara do conto anterior. Eu achei esse conto sensacional!

Negrinha – Monteiro Lobato: Esse conto é triste, sofrido, pesado.

Negrinha! Negrinha! Negrinha! – Ana Maria Golçalves (espelho do conto anterior): Ah, esse conto sim, gente, que conto! Se você lê despretensiosamente não vai ver muito nele, mas leia com atenção. Esse livro mostra claramente como o conto anterior pode atingir através dos anos alguém, no caso com o racismo. Foda também!

Pai Contra Mãe  – Machado de Assis: Eu gostei desse conto, apesar do contexto histórico ser muito triste, é sempre um tema a refletir, a alegria de uns ser a tristeza de outros.

Pipa Sande  – Paulo Lins (espelho do conto anterior): Ah, esse conto é foda!

Marriage à La Mode – Katherine Mansfield: Esse conto é fofo, triste. Eu gostei.

A Rainha das Fadas – Ivana Arruda Leite (espelho do conto anterior): Talvez eu não tenha entendido nas entrelinhas, mas achei esse conto bem fraco.

Um Homem Celebre – Machado de Assis: Eu gostei desse conto, lembro porque anotei isso, mas não lembro mais dele xD

Um Homem Celebre – José Luís Peixoto (espelho do conto anterior): Com certeza um dos meus contos preferidos ❤

O Colar – Guy de Maupassant: Gente, esse conto me trouxe muita revolta.

Um Simples Engano – Maria Valéria Rezende (espelho do conto anterior): AMEI, adorei, mas fiquei revoltada também!

Depois do Baile: – Liev Tolstói: Acho que deixei passar alguma coisa nesse conto.

O Herói da Sombra – Cristovão Tezza (espelho do conto anterior):  Esse conto é UAU, sim, uau. O livro foi finalizado muito bem!

 

 

Dom Casmurro – Machado de Assis #168

DOM_CASMURRO_1295291941BTítulo: Dom Casmurro

Autor: Machado de Assis

Ano: 1997

Páginas: 223

Editora: Ática

Sinopse: Machado de Assis (1839-1908), escrevendo Dom Casmurro, produziu um dos maiores livros da literatura universal. Mas criando Capitu, a espantosa menina de “olhos oblíquos e dissimulados”, de “olhos de ressaca”, Machado nos legou um incrível mistério, um mistério até hoje indecifrado. Há quase cem anos os estudiosos e especialistas o esmiuçam, o analisam sob todos os aspectos. Em vão. Embora o autor se tenha dado ao trabalho de distribuir pelo caminho todas as pistas para quem quisesse decifrar o enigma, ninguém ainda o desvendou. A alma de Capitu é, na verdade, um labirinto sem saída, um labirinto que Machado também já explorara em personagens como Virgília (Memórias Póstumas de Brás Cubas) e Sofia (Quincas Borba), personagens construídas a partir da ambigüidade psicológica, como Jorge Luis Borges gostaria de ter inventado.

Outro livro clássico por aqui! xD

Essa é a segunda leitura da minha vida que fiquei com uma sensação estranha de que estava lendo o livro errado.

Acho que esse sentimento veio da expectativa, várias pessoas disseram que eu amaria, mas quando li fiquei perdida do porquê.

É um romance, eu não leio muito romance. Capitu e Bentinho são nossos protagonistas..

Eu achei a história super fofa, achei a maneira como os personagens foram amadurecendo sensacional. Adorei o romance em si.

Mas uma coisa que eu não gostei nada foi os devaneios. Achei um saco.

Páginas e mais páginas de puro devaneio, não me entendam mal, eu gosto disso, mas era demais!!

E aí no final ficou aquela coisa, Capitu traiu ou não traiu?

Cem Anos de Solidão – Grabriel García Márquez #167

CEM_ANOS_DE_SOLIDAO_1325798343BTítulo: Cem Anos de Solidão

Autor: Gabriel Garcia Marquez

Ano: 2008

Páginas: 394

Editora: Record

Sinopse: Em Cem anos de solidão, Gabriel Garcia Márquez narra a incrível e triste história dos Buendía – a estirpe dos solitários para a qual não será dada uma segunda oportunidade sobre a terra. O livro também pode ser entendido como uma autêntica enciclopédia do imaginário.

Bem, esse livro é um clássico. Vencedor do prêmio Nobel de literatura. A primeira experiência que eu tive com esse autor foi “Do Amor e Outros Demônios” e foi uma experiência sensacional.

Sobre Cem  Anos de Solidão, eu esperava algo diferente.Não sei porquê, mas fico com aquela sensação de que li o livro errado. O Outro livro mencionado a cima é muito diferente deste.

Mas se tem uma coisa que é importante admitir é que o autor trata de determinados temas com uma naturalidade e leveza impar.

Esse livro, para ser mais clara, é leve, a leitura flui, porém algo que ficou registrado em mim é que tem personagem demais!!

Ok, são cem anos, mas cara, na metade do livro eu já precisava ficar voltando pra lembrar quem era quem, porque como se não bastasse, vários personagens tinham o nome do pai.

Foi uma leitura boa, porém confusa, admito.